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Androide Autóctono, escultura de Luciana Fernández

Androide Autóctono

En tiempos en que nos aseguran inmortalidad por medio del injerto de nanobots en nuestro organismo, me propongo crear seres mixtos, ambiguos, a través de formas de una naturaleza olvidada y sonidos mecánicos, amalgama de ritos prehistóricos y tecnología doméstica, combinados en un presente insólito, desconcertante y perturbador.

Semillas que ya no darán vida, vegetales secos y los bots (meros motores de bazar chino) animan una criatura en una danza que solo es posible mientras haya electricidad.

In times when we are promised immortality through nanobots grafted into our bodies, I set out to create mixed, ambiguous beings, through forms of a forgotten nature and mechanical sounds — an amalgam of prehistoric rites and household technology, combined into a strange, unsettling, disturbing present.

Seeds that will no longer give life, dried plants and bots (mere dollar-store motors) animate a creature in a dance that is only possible as long as there is electricity.

Em tempos em que nos asseguram a imortalidade por meio do enxerto de nanobots em nosso organismo, proponho-me a criar seres mistos, ambíguos, através de formas de uma natureza esquecida e sons mecânicos, amálgama de ritos pré-históricos e tecnologia doméstica, combinados num presente insólito, desconcertante e perturbador.

Sementes que já não darão vida, vegetais secos e os bots (meros motores de bazar) animam uma criatura numa dança que só é possível enquanto houver eletricidade.

  • Material Alambre, tela, cáscaras de semillas de girasol, mecanismo de luces led giratorias y fibras de banano
  • Medidas 150 × 90 × 70 cm
  • Año 2024